Idealizar e desenvolver um produto nem sempre é fácil, mas precificá-lo corretamente pode ser um desafio maior ainda.

Definir o preço para um produto ou serviço não é algo simples: é preciso avaliar e analisar uma série de fatores que indicarão o melhor caminho a ser seguido nesse processo.

A grande verdade é que a precificação do produto é um dos pontos essenciais para que ele seja bem aceito ou não no mercado. Tendo um preço adequado, ele conseguirá dar lucro ao mesmo tempo que também será considerado competitivo e justo pelos seus clientes.

Para ajudar você a compreender a importância desse processo, preparamos 3 dicas de ouro para qualquer empreendedor transformar o preço do seu produto! Confira:

1. Leve em consideração todos os gastos

A primeira dica de precificação, e também a mais tradicional delas, é levar em conta todos os gastos envolvidos para que o produto seja fabricado. Para isso, fique atento a estes quatro aspectos:

  • o custo do produto em si, ou seja, o valor gasto pela empresa ao criá-lo ou adquiri-lo;
  • as despesas consideradas variáveis, como impostos, embalagens, transporte, comissões de venda e outros custos que são considerados volúveis;
  • os gastos fixos da empresa, como despesas administrativas e o custo com colaboradores que estejam envolvidos no processo de produção do produto;
  • o lucro que é almejado, ou seja, o valor que o negócio pretende obter.

Tendo em vista esses pontos, já é possível formar um preço que seja justo!

2. Faça comparações com o mercado

A próxima dica na precificação do produto é compará-lo com o que vem sendo praticado pelo mercado e seus concorrentes. Com tal comparação será possível avaliar se o preço que foi definido está abaixo ou acima do valor de mercado ou correspondente a ele.

Caso o valor esteja acima, o indicado é cortar custos que envolvem a sua produção ou diminuir a margem de lucro para ajustar o seu preço a fim de que ele se  torne competitivo.

Se o preço estiver na faixa que é correspondente ao mercado, apenas tome cuidado para conseguir manter os seus valores de custo, pois qualquer despesa a mais poderá torná-lo maior e fazer com que fique fora da sua realidade.

Por fim, se a precificação estiver abaixo, você poderá considerar subir o preço para se equiparar ao valor praticado pelos concorrentes.

3. Entenda qual é a demanda junto com a percepção de valor

Outro fator que deve ser analisado é a sua percepção de valor, que basicamente é como os clientes avaliam o preço do produto, se entendem que ele é justo ou não.

Na prática, essa maneira de analisar permite entender se todo o trabalho feito demonstra ter agregado valor ao produto ou não. Junto a isso, analise a oferta do produto na região em que será vendido.

Se há grande oferta de produto, provavelmente os que são mais baratos serão os mais escolhidos pelos clientes. Entretanto, baixar o preço não é solução para encarar esse cenário, sendo preciso buscar maneiras de valorizar o que está sendo vendido, independentemente da concorrência.

O cenário contrário também pode acontecer, mas é difícil. Se há muita demanda para pouca oferta, a tendência é que muitos clientes dependam daquelas poucas opções, o que pode fazer com que as empresas estipulem um preço fora da realidade. Isso não é saudável, pois poderá manchar a imagem do negócio e forçar os consumidores a buscarem alternativas fora da região!

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